O alumínio na indústria automotiva

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O alumínio já está presente em 24% dos componentes dos carros modernos, tornando-os mais leve e consequentemente mais econômicos. Já é possível encontrar veículos cujo consumo é de 2 L para andar 100 km. Apesar de ganhar destaque agora devido ao alto custo dos combustíveis, os fabricantes de automóveis já utilizavam o alumínio há mais de mais de cem anos atrás. Naquela época, o alumínio era um metal recém antigodescoberto e pouco explorado, no entanto, o seu peso leve e resistência à corrosão mostraram ser promissores utilizar este metal na indústria automotiva emergente. O primeiro carro esportivo com um corpo feito de alumínio foi apresentado ao público no Salão do internacional do Automóvel de Berlim em 1899. O primeiro motor com peças de alumínio foi construído dois anos depois, quando, em 1901, Carl Benz, um fabricante mundialmente famoso de automóvel, apresentou um novo carro para a corrida de prestígio em Nice. As dificuldades em trabalhar com o alumínio, falta de conhecimento e alto preço impediram o uso do alumínio na produção de automóveis em massa no início do século. Depois da segunda guerra, o alumínio se tornou mais acessível e mais barato, foi quando a Land Rover, fabricante inglesa, começou a explorá-lo. Em 1961 a empresa iniciou a produção em massa do Buick 215 tendo peças de alumínio no moto V8 de 144 kg. Em 1962, o lendário piloto carro_aluminioamericano Mickey Thompson dirigiu um carro contendo um motor feito de alumínio durante as 500 milhas de Indianápolis. No decorrer dos anos, o alumínio tornou-se um metal obrigatório como componente dos carros. Atualmente, usar o alumínio na produção de um veículo representa consumo baixo combustível e redução da quantidade de emissões gases perigosos para a atmosfera

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Professor de Química Analítica da Universidade Federal do Amazonas, autor de livros em Química, Editor da Revista Eletrônica Scientia Amazonia e da Revista Divirta-se com o Clube da Química.

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