A química por trás da escova progressiva

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A escova progressiva é um método de alisamento e redução do volume dos cabelos, diminuindo também o frizz.  Inicialmente, as escovas progressivas costumavam ter grandes quantidades de formol, mas como a Agência Nacional de

Carbocisteína

Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que os produtos usados nesses procedimentos podem ter no máximo 0,2%. Essa determinação é em virtude dos riscos à saúde, hoje ele foi praticamente retirado da fórmula. Hoje, a maior parte das escovas é feita com carbocisteína, um aminoácido que abre as estruturas do fio, o que permite que o alisamento seja feito depois com a ação da chapinha.

Tioglicolato de amônio
Etalonamina

Porém, para que o cabelo fique liso mesmo, é preciso depois que os fios sejam fechados novamente. Nesse momento que o formol atuava, mas, apesar da quantidade recomendada pela Anvisa ser a mais segura para a saúde, ela não é suficiente para que o produto cumpra seu efeito. Por isso mesmo, ele normalmente é substituído pelo tioglicolato de amônio e a etalonamina, substâncias semelhantes a ele, mas que causam muito menos dano aos cabelos.

Fonte: Minhavida

 

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Professor de Química Analítica da Universidade Federal do Amazonas, autor de livros em Química, Editor da Revista Eletrônica Scientia Amazonia e da Revista Divirta-se com o Clube da Química.

About Genilson Pereira Santana

Professor de Química Analítica da Universidade Federal do Amazonas, autor de livros em Química, Editor da Revista Eletrônica Scientia Amazonia e da Revista Divirta-se com o Clube da Química.

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